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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Conheça os ministros que vão julgar o mensalão


O Julgamento do Mensalão - MSN Estadão
Atualizado: 17/07/2012 10:47 | Por Redação
Ministros do STF

Conheça os ministros que vão julgar o mensalão

Conheça os ministros que vão julgar o mensalão - 1 (© Dida Sampaio AE)
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A partir de agosto, os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) vão se debruçar sobre o julgamento do mensalão. Veja quem são e conheça um pouco da trajetória de cada um

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Relacionamento aberto: você é contra ou a favor?



Algumas regras precisam ser estabelecidas pelo casal para dar certo. Psicanalista explica os prós e contras!
Relacionamento aberto: você é contra ou a favor? / Think Stock
Relacionamento aberto: você é contra ou a favor? / Think Stock
Por MADSON MORAES
O mais novo solteirão da praça é o quase cinquentão Zezé di Camargo. O cantor anunciou recentemente sua separação da esposa Zilu, que mora em Miami. Nos últimos meses, o casamento havia sido alvo de boatos e até fotos do sertanejo ao lado de uma loira caíram na rede, mas ele negou qualquer tipo de envolvimento. Até que, em uma entrevista, o cantor deu a seguinte declaração: "Não existe homem fiel, existe homem em momento fiel", afirmou.
Após isso, foi a vez de Zilu declarar à revista "Caras" que o casal vivia um "relacionamento aberto". Ao ser questionado sobre a declaração da esposa, Zezé afirmou que a esperava chegar para explicar isso. Na entrevista ao Fantástico que foi ao ar no último domingo (12), o cantor abriu o jogo e assumiu a separação. Além disso, afirmou que ambos já não viviam mais como marido e mulher há dois anos.
Se ambos tinham ou não um casamento aberto, é outra questão. O que acontece é que viver uma relação mais aberta e sem tantos laços fixados tem sido uma alternativa para casais. Mas como funciona exatamente um relacionamento aberto? "Nele, o casal decide que ambos estão dispostos a outras situações sexuais, a monogamia não existe e sempre existirá regras que o casal irá estabelecer", explica a psicanalista Taty Ades, autora dos livros "Hades – Homens que Amam Demais" e "Escravas de Eros – Como erguer sua autoestima e se libertar de homens complicados", ambos publicados pela Editora Isis.
Não se envolver emocionalmente com outra pessoa, não guardar número de telefone ou ver a pessoa por mais de uma vez são algumas regras preestabelecidas pelo casal. Geralmente, explica a psicanalista, nesse tipo de relação é estabelecido que o sexo é permitido, mas não o envolvimento afetivo e emocional. Dessa forma, cada casal irá estabelecer as suas próprias regras dentro de seus limites em comum.
O preconceito com essa modalidade de se relacionar afetiva e amorosamente, explica Taty, acontece porque a sociedade não consegue consentir algo que saia do tradicional. Afinal de contas, o que é melhor: ter uma relação monogâmica e trair o parceiro ou ter uma relação aberta e o outro estar ciente dos nossos atos? "É muito importante que se questione a hipocrisia social diante do que é dito e feito, pois muitas pessoas criticam esses relacionamentos e são estas que mais pulam a cerca nas relações monogâmicas", explica a psicanalista.
Poligamia X relacionamento aberto
Uma vez que não há envolvimento amoroso, o relacionamento aberto difere em que da poligamia? Taty explica que, na poligamia, o afeto não está sendo colocado em questão porque é natural que ele exista com diversas pessoas. É possível encontrar casais polígamos que se unem com diversas outras pessoas e constituem uma espécie de vínculo afetivo e sexual com todas elas. "A poligamia acontece muito em regiões onde o cultural difere da nossa e o homem pode ter várias esposas. Um exemplo disso são os árabes que podem ter quantas esposas puderem pagar e sustentar", observa a psicanalista.
Dessa maneira, o que difere a poligamia para a relação aberta é que, no segundo caso, a mulher tem o direito também a ter outros contatos fora do relacionamento estável e há um "contrato" onde o casal estipulará normas que vão de encontro com o que ambos querem. Essas regras, continua Taty, são feitas para que o casal estabeleça o que poderá acontecer ou não e também para que não exista a sensação de traição.
"Muitas pessoas estão aderindo a esse tipo de relação justamente pelo medo da traição. Quando se fica estipulado o que pode ou não ser feito dentro dessa liberdade e ninguém viola esse 'acordo', não existirá a traição, mas mesmo assim poderá acontecer de uma das partes se sentir traída e raivosa. Não podemos nos esquecer que estamos lidando com emoções. No geral, as regras não são capazes de controlar sentimentos, medos e angústias", garante Taty.
Para o casamento aberto vale a mesma coisa. A psicanalista ressalta que o casamento aberto é "tornar legalmente aceita" essa procura de outros parceiros. Segundo ela, também não há regras definidas e elas dependem do acordo estabelecido. "Por exemplo: deve um parceiro contar ao outro quando se relacionou com alguém? É aberto para os dois parceiros? Enfim, cada contrato entre parceiros de casamento aberto tem suas características próprias que definem até onde se pode ir sem pisar na bola", acrescenta.
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terça-feira, 14 de agosto de 2012

5ª FEIRA DO LIVRO TEM PARTICIPAÇÃO DE ESCRITORA CEGA




Este ano a comissão organizadora incluiu entre os expositores uma pessoa
com deficiência visual: Odelita Figueredo, autora de vários livros de
poesias, contos e crônicas. Cega desde a infância pelo glaucoma, não
permitiu que a limitação visual fosse impedimento para alçar vôos em sua
vida.

Convidamos a todos e todas a participar deste evento que além de ser
CULTURAL, traz nesta edição a INCLUSÃO SOCIAL e a SOLIDARIEDADE, esta
última devido a iniciativa de Odelita em doar toda aarrecadação da venda
de seus livros para a UBC - União Baiana de Cegos.

Nesta oportunidade agradecemos a nobre colaboradora e amiga Odelita
Figueredo, a UEFS, CAP FEIRA, FUNDAÇÃO CAP DV e a todos vocês que
comparecerem a V Feira do Livro. PARTICIPE!

Muita Paz e Obrigada

A DIRETORIA

UBC - UNIÃO BAIANA DE CEGOS
NOVO END. RUA GERMINIANO COSTA, VILA STA. RITA, CASA 32, CENTRO
FEIRA DE SANTANA-BA.
TEL. (75) 3489-2423

OBS; Os professores e alunos da Rede Estadual de Ensino, poderão se identificar
com comprovante de matrícula ou contra-cheques, acompanhados de RG, e
pegar seu VALE LIVRO no stand da comissão organizadora.


***

Assista na TV Olhos D'Água

*5ª Feira do Livro: A arte da contação de histórias* - Acesse: *
http://tvolhosdagua.uefs.br* <http://tvolhosdagua.uefs.br/index.html>

*Assista também: *
*
*

1. Feira do Livro disponibiliza 200 mil reais em vale-livro para
professores e
estudantes<http://tvolhosdagua.uefs.br/especial/5-feira-do-livro/Feira_do_livro_disponibiliza_200_mil_reais_em_vale-livro_para_professores_e_estudantes.html>
2. As belezas e os encantos da cidade sertaneja de
Irará<http://tvolhosdagua.uefs.br/multicultural/iraraBA.html>
3. Enfim - Memórias de um
mensageiro<http://tvolhosdagua.uefs.br/outrosolhares/Enfim_Memorias_de_um_mensageiro.html>
4. Emoção marca resultado do Prosel 2012.2 da
Uefs<http://tvolhosdagua.uefs.br/arquivo/2012/Emocao_marca_resultado_do_Prosel_2012.2_da_Uefs.html>
5. Alimentação e cultura na Bahia: a comida como elemento catalisador de
práticas sociais e
religiosas<http://tvolhosdagua.uefs.br/arquivo/2012/Alimentacao_e_cultura_na_Bahia_a_comida_como_elemento_catalisador_de_praticas_sociais_e_religiosas.html#boxVideo>

-- 
TV Olhos D'Água
tvolhosdagua.uefs.br
75 3161 8205

domingo, 12 de agosto de 2012

Aluno branco de escola privada tem nota 21% maior que negro

Início do conteúdo

Aluno branco de escola privada tem nota 21% maior que negro da rede pública

12 de agosto de 2012 | 3h 06
CARLOS LORDELO, DAVI LIRA / ESTADÃO.EDU , OCIMARA BALMANT, PAULO SALDAÑA - O Estado de S.Paulo
Recorte inédito de dados de desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 nas capitais do País, além de confirmar a distância entre as notas médias dos estudantes de colégios particulares e os de escolas públicas, revela o abismo que separa estudantes brancos e negros das duas redes.
Da rede pública. Luana Miranda e Inaiá Regina - Ernesto Rodrigues/AE
Ernesto Rodrigues/AE
Da rede pública. Luana Miranda e Inaiá Regina
Os números mostram que as notas tiradas pelos alunos brancos de escolas particulares no exame são, em média, 21% superiores às dos negros da rede pública - acima da diferença de 17% entre as notas gerais, independentemente da cor da pele, dos estudantes da rede privada e os da rede pública.
O levantamento também aponta distorções entre os Estados. De acordo com especialistas, esse cenário é o reflexo da desigualdade social e também da diferença dos níveis de qualidade das redes estaduais.
A reserva de vagas por cor de pele está na Lei de Cotas aprovada no Senado na semana passada (mais informações nesta página). O projeto, que precisa ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff, prevê que 50% das vagas das universidade federais sejam reservadas para alunos da escola pública - respeitando critérios de renda e reservas proporcionais por Estado para pretos, pardos e indígenas.
Como a maioria das federais adota o Enem como critério de seleção, o levantamento indica um cenário aproximado sob a nova Lei das Cotas.
Vantagem da escola paga. Por sua vez, a nota média de negros que estudam em escola privada é 15% superior às dos negros da rede pública - próxima dos 17% entre todos os estudantes da rede particular e da rede pública.
Embora em menor dimensão, a variação de desempenho entre negros e brancos dentro da escola pública também é desvantajosa para o primeiro grupo. Na média, os brancos têm médias 3% maiores que os negros. O fato de os negros terem rendimento menor do que os brancos, mesmo dentro da rede pública, tem explicações econômicas e pedagógicas, segundo a diretora do Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
Na questão econômica, segundo ela, a explicação é que "entre os pobres, os negros são os mais pobres". O lado pedagógico refletiria a baixa expectativa. "Em uma sala de aula, se uma criança negra começa a apresentar dificuldade, a professora desiste de ensiná-la muito mais rapidamente do que desistiria de um estudante branco."
O presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), José Fernandes Lima, ressalta que há um "acúmulo de desigualdades". "Fica claro que temos dois tipos de desigualdade: a social e racial. É a soma de dificuldades", afirma ele, que defende a combinação do fator racial com a cota cujo princípio é a escola pública. "Se os alunos da escola pública entram em desvantagem com a rede privada, os alunos negros da escola pública têm uma desvantagem ainda maior."
Abismos. Segundo Lima, há outros fatores importantes para entender os dados, como a qualidade das redes públicas - principalmente estaduais -, índices de reprovação e até realidades culturais locais.
Essa complexidade de fatores fica clara ao analisar os dados por capitais. O mapa do desempenho pelo fator racial mostra verdadeiros abismos. O negro de Belo Horizonte que estuda em escola pública, por exemplo, tem nota 12% superior à do negro da mesma rede em Manaus. As duas cidades têm os extremos de notas desse grupo: 521,03 e 463,85, respectivamente.
Vitória, capital capixaba, tem uma média de 502,59 nas provas objetivas (sem a redação) dos estudantes negros, a sexta maior entre as capitais. Mas na comparação com os alunos brancos de escolas particulares, a diferença é a maior de todas: os brancos da rede privada têm média 27% superior à dos negros das públicas.
Não por acaso, os negros de escolas públicas de Vitória têm o pior desempenho na comparação com os brancos da mesma rede: nota 8% inferior, demonstrando que as diferenças raciais se reforçam até na mesma realidade escolar daquele Estado. Os negros das escolas particulares não têm o mesmo sucesso em notas que os brancos da mesma rede.
A proporção de negros por Estado, que vai servir como critério para a reserva de vagas nas universidades e escolas técnicas federais, influencia as médias. Salvador, por exemplo, tem uma das maiores proporções de negros na sua população. Apesar da participação maciça desse grupo na escola pública, a diferença de nota para os brancos de escolas privadas bate em 25% - só perde para Vitória.
Textos. Em geral, as diferenças de desempenho entre negros e brancos sempre são menores nas notas das redações. Em Florianópolis, considerando a parte objetiva do Enem, há uma distância de 20% entre a nota média de negros de escolas públicas e a de brancos das particulares. Na redação, essa diferença cai para 8%.
Segundo o professor Francisco Platão Savioli, da USP e do Anglo, a explicação envolve os tipos de competências que a redação consegue avaliar. "A redação não mede um conhecimento momentâneo, mas um conhecimento calcado na experiência de vida, até mesmo na luta contra as contrariedades", diz ele. "O texto avalia competências que outras matérias não avaliam."


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sábado, 11 de agosto de 2012

Só uma coisa me entristece em ser Juiz de Direito


No dia do magistrado, só uma coisa me entristece em ser Juiz de Direito. "Então, no dia em que vejo entrar na minha sala de audiência, algemado, cabeça raspada e com uniforme do presídio, agora com 23 anos, um daqueles meninos que tinham 10 anos de idade quando aqui cheguei, sinto um misto de tristeza, impotência, revolta, indignação e vontade de chorar."
 ·  ·  · há 13 horas · 
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    • Marco Lacerda 
      MM Sr. Dr. Juiz de Direito, eu, como servidor da justiça e conhecedor das lutas dos magistrados, lhe digo, com todo o respeito: NÃO se entristeça. Fazemos o possível e o impossível dentro da esfera jurídica, mas não somos deuses e por isso,...Ver mais
      há ± 1 hora ·  · 1
    • Annie Priscila Dr, que Deus o abençõe e continue dando-lhe a sabedoria necessária para desenvolver a missão tão árdua que é "dizer o direito".Parabéns pelo seu dia!
      há 21 minutos · 
    • Rinaldo Araújo Gerivaldo Alves Neiva quero ser como vc quando for juiz de Direito..vc realmente tem o que em muitos juízes faltam..entender o caso concreto a realidade...vc nem imagina quanto pessoas leem tudo o que vc colocar e se inspiram..parabéns..
      há ± um minuto · 

BOM PRA JOBINHA.!


Células-tronco humanas podem restaurar a memória

Na semana passada, uma empresa de biotecnologia da Califórnia anunciou que suas células-tronco humanas restauraram a memória de roedores criados para ter uma condição semelhante ao mal de Alzheimer – a primeira evidência de que células-tronco neurais podem melhorar a memória.

JORNAL CAATINGA NET Matéria Bruta..!: OLHA A KARAPWÇA KOMPLACENNT MOLINHA, MOLINHA

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