É livre a manifestação do pensamento e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação. (CF 88).
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Mais um instrumento de comunicação que chega para somar
Parabéns à equipe. Mais um instrumento de comunicação que chega para somar, divulgando o que há de melhor. O lançamento foi demais, só eu que dei uma exagerada no Whisky. Ansiosíssimo pela próxima edição. Um abraço calorsoso em todos. Boa sorte, sempre! — Lançamento da Revista Meio (8 fotos)
Secretaria Municipal de Infraestrutura
Isabela Betania Lopes Lopes compartilhou a foto de Irecê Repórter.
Faxinaços renovam visual de bairros e povoados de Irecê
Desde o mês de janeiro que bairros e povoados de Irecê recebem o mutirão de limpeza promovido pela Secretaria Municipal de Infraestrutura.
Nesta quinta-feira (04), uma equipe de mais de 35 profissionais deu uma faxina geral no bairro São Francisco e no povoado de Meia Hora.
Foram realizados serviços de varrição, coleta de lixo e entulho, capina, pintura de meio-fio, poda de árvores e troca de lâmpadas.
No bairro São Francisco, duas novas torres de iluminação serão instaladas ainda nesta semana na Praça Padre Pedro, garantindo segurança aos moradores e maior comodidade a crianças e jovens que utilizam a quadra de esportes à noite.
(Pascoal Ferreira)
Desde o mês de janeiro que bairros e povoados de Irecê recebem o mutirão de limpeza promovido pela Secretaria Municipal de Infraestrutura.
Nesta quinta-feira (04), uma equipe de mais de 35 profissionais deu uma faxina geral no bairro São Francisco e no povoado de Meia Hora.
Foram realizados serviços de varrição, coleta de lixo e entulho, capina, pintura de meio-fio, poda de árvores e troca de lâmpadas.
No bairro São Francisco, duas novas torres de iluminação serão instaladas ainda nesta semana na Praça Padre Pedro, garantindo segurança aos moradores e maior comodidade a crianças e jovens que utilizam a quadra de esportes à noite.
(Pascoal Ferreira)
Narciso diante de um espelho quebrado...
Hoje tive vontade de reler esta minha confissão.
Ainda não sei a razão. Talvez por isso:
"Sendo assim, eu, Juiz de Direito, confesso, diante dessa crise sem fim do Direito, cada vez mais reduzido ao estudo das normas e dogmas, que me sinto como Narciso diante de um espelho quebrado..."
Droga é uma palavra criada pela proibição
Zaffaroni: mais lúcido impossível!!
Droga é uma palavra criada pela proibição. O que existe são tóxicos. O tóxico que mais mata no mundo é o alcool. Os proibidos realmente causam mortes, mas nem tanto pelo uso, mas pela proibição.
Quantos anos teriam sido necessários para que 40 a 60 mil mortos por cocaína? Cerca de 100 anos.
Primeiro problema da proibição é a sua raiz. A discriminação é a origem da proibição. O primeiro tóxico proibido foi a maconha, mesmo sendo o opio mais perigoso. A maconha vinha com os imigrantes mexicanos, que os EUA julgavam ser um problema.
O segundo problema é econômico. Os EUA tiveram a experiência da proibição alcoolica, que trouxe pra eles grandes problemas, como o misto da criminalidade violenta e de grupos armados. Todos sabemos que a proibição como marca rígida é uma maneira econômica nova de fabricar ouro. Você reduz a oferta e o preço sobre.
E se a distribuição é feita com mão de obra em países pobres, o lucro aumenta. A produção de cocaína nao é feita nos EUA. A luta por atingir o consumidor é feita fora do seu território. Os EUA vendem armas para aqueles que estão lutando fora de território e a renda do tráfico internacional fica no seu território, já que 60% desse mercado do trafico fica no mercado consumidor. O negócio não pode ser melhor. O México fica com 40% e 40 mil mortos e os EUA ficam com o monopólio da lavagem através de um sistema que impõe pra gente, leis contra o terrorismo - Eugenio Raúl Zaffaroni
Quantos anos teriam sido necessários para que 40 a 60 mil mortos por cocaína? Cerca de 100 anos.
Primeiro problema da proibição é a sua raiz. A discriminação é a origem da proibição. O primeiro tóxico proibido foi a maconha, mesmo sendo o opio mais perigoso. A maconha vinha com os imigrantes mexicanos, que os EUA julgavam ser um problema.
O segundo problema é econômico. Os EUA tiveram a experiência da proibição alcoolica, que trouxe pra eles grandes problemas, como o misto da criminalidade violenta e de grupos armados. Todos sabemos que a proibição como marca rígida é uma maneira econômica nova de fabricar ouro. Você reduz a oferta e o preço sobre.
E se a distribuição é feita com mão de obra em países pobres, o lucro aumenta. A produção de cocaína nao é feita nos EUA. A luta por atingir o consumidor é feita fora do seu território. Os EUA vendem armas para aqueles que estão lutando fora de território e a renda do tráfico internacional fica no seu território, já que 60% desse mercado do trafico fica no mercado consumidor. O negócio não pode ser melhor. O México fica com 40% e 40 mil mortos e os EUA ficam com o monopólio da lavagem através de um sistema que impõe pra gente, leis contra o terrorismo - Eugenio Raúl Zaffaroni
"Fazer" leis é mais barato
Enquanto a mídia nos entorpece com a ilusão da guerra ao tráfico, a droga como o mal do século e o crack como a causa da violência urbana, 107 mil pessoas morreram atropeladas no Brasil de 2000 a 2010 e o sistema de saúde gastou 231 milhões com os atropelamentos em 5 anos.
Nesta guerra violentíssima, conclui-se que não basta a lei para inibir o crime... Portanto, a "lei seca" de nada valerá sem educação.
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