É livre a manifestação do pensamento e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação. (CF 88).
segunda-feira, 6 de maio de 2013
PEDRA CANTADA...!
- ( E QUEM SERIA OU SERÁ O CANDIDATO DO GRUPO DE LUIZINHO SOBRAL? PAULO FREIRE, ISRAEL LELIS RENUNCIANDO SEU MANDATO EM IBIPEBA, GUINA EX. PREFEITO DE AMERICA DOURADA? QUEM?)
J.Nilton - J.CAATINGA NET Matéria Bruta
Estamos em campanha pra deputado...!
Projeto Baixio de Irecê vai começar a ser implementado sexta-feira, 10 de maio, na cidade, com o lançamento do Edital de licitação para o uso da área e o termo de compromisso com o Banco do Nordeste. Serão 50 lotes de 6 hectares e 140 lotes de 30 hectares.
domingo, 5 de maio de 2013
São José se consagrou campeão ganhado de 3 a 2 do Flamengo
Léo da Unibel foi marcado na foto de Lapao Net.
Na amanha deste domingo ocorreu à grande final do 1° campeonato society do pov. Queimada Nova Brasil, o publico marcou presença para assistir a grande final que foi disputado entre as equipes Flamengo e São José ambas do Distrito de Tanquinho. A equipe de São José se consagrou campeão ganhado de 3 a 2 do Flamengo. Foto:Jose Rocha
sábado, 4 de maio de 2013
DOMINGO É DIA DE DECISÃO, GALERA!!!!

DOMINGO É DIA DE DECISÃO, GALERA!!!!
NO PAÍS DO FUTEBOL A GORDUCHA NÃO PODE PARAR. NESSE DOMINGO DIA 5 DE MAIO, TEM BOLA ROLANDO PARA SÃO JOSÉ E FLAMENGO (AMBOS DE TANQUINHO DE LAPÃO), NA GRANDE FINAL DO CAMPEONATO DE FUTEBOL SOCIETY DISPUTADO NA FAZ. BRASIL - IRECÊ - A PARTIR DAS 10h DA MANHÃ.
NA PRELIMINAR, DECISÃO DO TERCEIRO LUGAR ENTRE VILA NOVA DE PRESIDENTE DUTRA E "MUQUEQUINHA" DE IRECÊ.
IVAN DE CORTA FACÃO E FÁBIO DO HIPERLOJÃO IRECE, DA COMISSÃO ORGANIZADORA, CONVIDAM A TODOS PARA ESSA JORNADA ESPORTIVA.
NÓS, DA REDE CARAÍBAS DE COMUNICAÇÃO ESTAREMOS PRESENTES!
PT se divide em 'eleitoreiro' e o da base, afirma Lula
Atualizado: 04/05/2013 00:30 | Por Iuri Pitta - O Estado de S. Paulo, estadao.com.br
Declarações do 'principal protagonista' do PT fazem parte do livro '10 Anos de Governos Pós-Neoliberais no Brasil: Lula e Dilma', coletânea de 23 artigos organizada pelo sociólogo Emir Sader que será lançada no dia 13
Dez anos de poder levaram à existência de dois PTs: o "eleitoreiro, parlamentar, o PT dos dirigentes", e o partido da "base, igualzinho ao que era em 1980", contrário às alianças política, mas ciente que, para ganhar, "tem que fazer acordos políticos". A análise é do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criador da legenda que nasceu num colégio católico, em bairro nobre paulistano, e agora "precisa voltar a acreditar em valores (...) que foram banalizados por conta da disputa eleitoral", mas sem ser "sectário como no começo".
As declarações do "principal protagonista" do PT fazem parte do livro "10 Anos de Governos Pós-Neoliberais no Brasil: Lula e Dilma", coletânea de 23 artigos organizada pelo sociólogo Emir Sader que será lançada no dia 13, em seminário no Centro Cultural São Paulo com participação da filósofa Marilena Chauí e do economista Marcio Pochmann, além do próprio Lula. Assinam os textos o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo e o físico Luiz Pinguelli Rosa, entre outros.
O livro também traz uma entrevista inédita do ex-presidente, concedida em 14 de fevereiro. Estão lá não só frases de elogios aos mandatos petistas - como "outros países não conseguiram, em 30 anos, fazer o que nós conseguimos fazer em dez anos" -, mas também uma análise de Lula do quanto a chegada ao poder mudou o PT, e o que o partido deve fazer a respeito.
Nas 20 páginas da entrevista, só o próprio Lula menciona a palavra mensalão e cita "problemas com os companheiros" que tiveram de deixar o governo. Tanto os entrevistadores - Sader e o diretor da Faculdade de Ciências Sociais da América Latina (Flacso), Pablo Gentili - quanto o ex-presidente veem atuação política em setores da mídia brasileira.
Em meio à defesa de ações de sua gestão, como a criação de universidades federais, o aumento do salário mínimo e a "revolução na política externa" do País, o ex-presidente reconhece "tropeços" e "medidas erradas", como o programa do primeiro emprego. "Concluímos que essas coisas fictícias não funcionam. Pode ficar muito bom no discurso, mas o patrão só vai contratar um trabalhador se precisar dele. Nem o Estado contrata se não precisa", diz.
Carta de 2002
Ao lembrar a campanha de 2002 e a escolha do empresário José Alencar como vice, Lula afirma ter sido contra a Carta ao Povo Brasileiro - documento no qual se comprometia a manter contratos e a controlar a inflação e os gastos públicos -, mas admite sua importância para a vitória. "Eu era radicalmente contra a carta porque ela dizia coisas que eu não queria falar, mas hoje eu reconheço que ela foi extremamente importante."
Lula diz ter provado "que era plenamente possível crescer distribuindo renda" - o que seria, na linha mestra que conduz a coletânea, o principal contraponto aos oito anos de PSDB no poder. Procurada, a direção do PSDB não quis comentar a definição de governo neoliberal dada pelo livro.
Outra política
Ao pregar o diálogo entre diferentes forças políticas, Lula diz que seu medo "é que se passe a menosprezar o exercício da democracia e se comece a aplicar a ditadura de um partido sobre os demais". Hoje, o governo Dilma Rousseff enfrenta críticas por tentar aprovar uma lei partidária que prejudicaria potenciais adversários nas urnas de 2014, como a ex-senadora Marina Silva.
O ex-presidente defende as alianças feitas em nome da governabilidade e diz que o PT "mudou porque aprendeu a convivência democrática da diversidade". "Mas, em muitos momentos, o PT cometeu os mesmos desvios que criticava como coisas totalmente equivocadas nos outros partidos políticos", reconhece. "Você pode fazer o jogo político, pode fazer aliança política, pode fazer coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política."
Nessa análise, Lula reafirma a bandeira por uma reforma política que institua o financiamento público de campanha e o voto em lista para o Legislativo. "Se o político não tiver dinheiro, não pode ser candidato, não tem como se eleger", afirma. "Às vezes, tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade."
Assinar:
Postagens (Atom)
