- PSC Declara Apoio Ao Pré- candidato a Prefeito da cidade de Irecê Luizinho sobral o anúncio foi feito em 1 mão na rádio irecê líder FM hoje e após em uma reunião no auditório do posto 4 rodas justamente era o que faltava., a principal pedra...Ou seja o apoio da família cristã enobrece mais ainda, a sua candidatura.. Confie no Senhor e o mais ele fará..... Caminhemos unidos por estes ideais... Rumo a prefeitura com a presença de Deus em primeiro lugar
É livre a manifestação do pensamento e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação. (CF 88).
sábado, 10 de março de 2012
PSC Declara Apoio Ao Pré- candidato a Prefeito da cidade de Irecê Luizinho sobral
sexta-feira, 9 de março de 2012
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FW: INFARTO - IMPORTANTE!
07/03/2012
- DPM PDutradpmdutra2009@hotmail.com
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Para CARLOS AUGUSTO FERREIRA DIAS, cialapao@hotmail.com, Cleunildo Ferreira, EDESINALDO, Edvaldo dos anjos, elival.lima@hotmail.com, erivaldo dos anjos, EZEQUIAS DOURADO, josemar serafim guimaraes, Lenilson Evangelista da Silva, leonadro andrade amorim, MANOEL A PONTES PEREIRA, Marinaldo Pereira Pontes, Marcos Vitório, pablo andrade amorim, ZE NILTON BARBOSA
---Repassando---
LEIA PRINCIPALMENTE O FINAL, POIS LÁ DIZ COMO VOCÊ PODE SALVAR A SUA VIDA E TAMBÉM A DE ALGUÉM QUERIDO.
“Quando a vida te trouxer mil razões para chorar, mostra que tens mil e uma razões para sorrir.”
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quarta-feira, 7 de março de 2012
BRASIL
07 de março de 2012, 07:37
Vice-presidente Michel Temer adere ao manifesto do PMDB contra o PT
Christiane Samarco e Marta Salomon, Estadão
Foto: Agência Brasil
Michel Temer, vice-presidente da República
O presidente em exercício, Michel Temer, aderiu ao manifesto dos insatisfeitos do PMDB que protestam contra o projeto do PT de usar uma “ampla estrutura governamental” para ultrapassar os peemedebistas em número de prefeituras. Além de dar razão aos queixosos que lhe entregaram o documento nesta terça-feira, à tarde, ele reconheceu que a pressão do PT sobre o PMDB é grande e, citando São Paulo, disse que não recuará: “O Gabriel Chalita (candidato do PMDB a prefeito da capital) vai até o fim”. “Temos que trabalhar para eleger o maior número de prefeitos”, conclamou Temer, declarando-se “defensor da liberdade das coligações” nas disputas municipais. Ao analisar o quadro eleitoral no encontro de uma hora no gabinete da vice-presidência da República, admitiu que o PT tem mais facilidade de acesso a programas e recursos do governo para as bases e prometeu buscar um “tratamento mais igualitário”. Leia mais no Estadão.
sábado, 3 de março de 2012
MUSICA BAIANA
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FW: [estradeiros] Música baiana: estado de imbecilidade
02/03/2012
- Thelma Rodriguesthelma-fsa@hotmail.com
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Para A liberdade está em se ser dono da própria vida., A liberdade está em se ser dono da própria vida., Adelia Rodrigues, Ana Carla S.Dourado, analy-fsa@hotmail.com, Anoã Barreto, Antonio Marinósio, Arthur Ferreira, carlito neto, Dianne Rodrigues, DILLARA SUANNE GONÇALVES DOS SANTOS, Dr. Victor Hugo, DUDITA DA FEIRA Junior, DUDITA DA FEIRA Junior, Dylla M, edillene.ftof@hotmail.com, edillene.stos@hotmail.com, Edvan Libório, elielma_fsa@hotmail.com, everton andrade, Fernanda Rodrigues, Ioná Andrade, JOAO GONÇALVES, joao victor, JOSE NILTON O. BARBOSA, JOSE NILTON O. BARBOSA, Kleiton Souza, leila201061@hotmail.com, lelson dos santos souza, leofera84@hotmail.com, mamay_fsa@hotmail.com, Manolo Santiago, Marcelo Rodrigues, marcia oliveira, Marilda Rodrigues da Silva, Marilda Rodrigues da Silva, misspink.freitas_@hotmail.com, Neemias Rodrigues, RAMON ARIÊVILO, ray_htinha2008@hotmail.com, ritaaquinosouza@hotmail.com, Rita maria gonzaga, robertaferreira_9@hotmail.com, silmarafsa@hotmail.com, Suleide Oliveira, tai.nara_27@hotmail.com, tainan silva, Thelma Rodrigues, TIM Brasil, urubuzonacluberock@hotmail.com, wagner fernando, Nadjane Rodrigues
Telma Rodrigues
Música baiana, em estado de imbecilidade:
O pagode baiano usa expressões chulas e palavrões que são reproduzidos por crianças,
adolescentes e jovens, e que empobrecem a cultura, reforçam a idéia de um estado analfabeto.
Quando alguém pronuncia a palavra analfabetismo na Bahia, e se essa declaração parte de um acadêmico, branco ou da elite, parece tratar-se de racismo, discriminação e ódio.
Quando dizem que o som do berimbau é simplório, e que qualquer um pode reproduzi-lo sem maiores conhecimentos instrumentais, por possuir apenas uma corda, logo diriam, é mais um que odeia as raízes baianas, suas influências e sua cultura. Isso já ocorreu na Bahia e deu muito pano pra manga.
E quando dizem que a música baiana está cada dia pior, e que o pagode não passa de mais um sonoro palavrão multiplicado por milhares de incautos, ignaros e estúpidos, certamente repetiriam, trata-se de mais um a ver-nos como sub raça, desinformados e inconformados.
Pois é... E quando essa declaração parte de um sujeito pardo, de origem negra e indígena, e que cursou apenas o segundo grau?
Aí, certamente dirão, trata-se de um oportunista, um comunicador frustrado ou de alguém que não conseguiu galgar os seus objetivos.
Pois bem, esse rodeio, meio despretensioso, mas importante, é para falar do grau de imbecilidade a que chegou a música baiana, principalmente ao pagode aqui produzido e consumido.
Não falo do Axé, que apesar da mesmice, não usa palavrões nem ridiculariza a Bahia como Estado analfabeto.
Como estudei numa das escolas mais influentes da Bahia, (principalmente nos anos 50 e 60), o Colégio Central, e também participei da coletanea poética em homenagem ao sesquicentenário da instituição, e fiz teatro e poesia nas ruas de Salvador, se eu pronunciar algumas palavras (ões) e gestos obscenos da música baiana, vou assinar abaixo do que se diz da Bahia pelo Brasil afora,
de que é um povo mal educado, sem cultura e que só gosta de balançar o 'bundalelê'.
E, vendo de perto, algumas coberturas jornalísticas pela Bahia adentro, chego a interrogar-me quanto às minhas origens.
E chego a duvidar que tivemos em nosso berço um Raul Seixas, um Castro Alves, um Wally Salomão, um Jorge Amado - que mesmo produzindo alguns palavrões, nunca foi um turpilóquio -, e tantos outros que enalteceram e alguns que ainda enaltecem e fazem lembrar que tínhamos uma cultura.
Mas, quando vou ao Campo Grande, e ouço Caetano Veloso dizer que ' Xanddy é lindo ' e que ele é ' uma das novas expressões culturais' da Bahia, chego a duvidar que sou baiano de verdade, daquele que comeu tripa seca e farinha de rosca pra não morrer de fome.
E eu acho Caetano uma das maiores expressões da música mundial, apesar de ' requentar ' vez ou outra alguma música, que no passado foi considerada ' brega '...
' Aí ' me conformo e vou ouvir um pouco de Xangai, que, entre algumas de suas pérolas, fez o ' ABC do preguiçoso ', que endossa a tese dos sulistas, de que ' o baiano só é gente até o meio dia '. E então o que será o baiano durante a tarde?
É uma legião de trabalhadores, cujo estigma de preguiçoso foi amplamente difundido pelos meios turísticos, uma forma de falar da tranquilidade, da "maresia" e do sossego baiano.
O saudosismo aflora e me remete à década de 1980...
Lá, até 1985, os shows em Salvador, no Projeto Verão, no Centro de Convenções da Bahia, eram bastante disputados.
No palco, Gil, Caetano, Milton Nascimento, Beto Guedes, Barão Vermelho e tantos outros que arrastavam multidões.
Na Barra, shows com Morais Moreira, Luis Caldas e Armandinho com A Cor do Som, encantavam e lotavam a praia.
Retorno ao meu trabalho de coberturas de eventos com música baiana, e lá, estampada em minha frente, uma multidão de 20, 30 mil pessoas numa avenida. As meninas, os meninos, dançam como se tivessem sido libertados naquele instante.
Mais parece um balé de zumbis, daquele extraído dos filmes de terror das décadas de 70 e 80.
Ou então em um orgasmo coletivo, algo do tipo promovido César ou qualquer outro Calígula da nossa imaginação.
E em uníssono, eles repetem as frases, os refrões e fazem todo o gestual obsceno para completar o enredo empobrecedor.
E o vocalista da banda grita, berra e pede para que todos ecoem aos quatros cantos; "Aponte o corno aí, diga que é corno".
E todos riem, como num circo, mas deveriam chorar ao debruçar a cabeça no travesseiro.
A grande maioria desempregada, deseducada e pobre. Desiludida pela face cruel do ensino que lhes oferecem nas escolas públicas, entregam-se aos bailes horrendos como se fossem a última ópera da vida deles. E se entregam de corpo e alma à missão.
Os maiores patrocinadores da música baiana no interior são as prefeituras, que gastam somas vultosas em festas, micaretas, aniversários e inaugurações, contratando bandas que em nada enriquecem a cultura popular, em detrimento do folclore, das raízes de cada cidade e de sua história.
E lá se vão tubos e mais tubos de dinheiro público pelo ralo.
E voltam para casa sem saber um verso de Vinícius de Morais, sem ter-se envaidecido por ser brasileiro ao ouvir Pixinguinha, sem ter-se delirado com os versos não menos preguiçosos de Dorival Caymmi, sem ter-se deleitado à sonoridade de Bethania e Gal, ou ter-se maravilhado ao som poético de Gilberto Gil...
"Esses moços, pobres moços, ah, se soubessem o que eu sei....", disse Lupicínio Rodrigues, em uma de suas canções, imortalizada na voz de Gilberto Gil.
E vão me perguntar o que tenho feito para mudar o que já está construído. Nada.... Sinto-me impotente...
Apesar de radialista de profissão, jornalista por paixão, não consigo convencer a ninguém do contrário.
A música baiana vai continuar tocando assim durante muito tempo. Mas um dia acaba!
Lutar contra o mercado é muito difícil. É uma máquina de fazer dinheiro a qualquer custo!
E ninguém está preocupado com a educação, com a cultura, com o folclore.
A mídia baiana enaltece, enobrece, escancara esses palavrórios como deuses.
Até que duas meninas aparecem decapitadas numa esquina qualquer.
De quem é a culpa?
Vanderley Soares
Radialista/Jornalista - DRT 5892
Editor do Jornal Gazeta dos Municípios
Alagoinhas-Ba
adolescentes e jovens, e que empobrecem a cultura, reforçam a idéia de um estado analfabeto.
Quando alguém pronuncia a palavra analfabetismo na Bahia, e se essa declaração parte de um acadêmico, branco ou da elite, parece tratar-se de racismo, discriminação e ódio.
Quando dizem que o som do berimbau é simplório, e que qualquer um pode reproduzi-lo sem maiores conhecimentos instrumentais, por possuir apenas uma corda, logo diriam, é mais um que odeia as raízes baianas, suas influências e sua cultura. Isso já ocorreu na Bahia e deu muito pano pra manga.
E quando dizem que a música baiana está cada dia pior, e que o pagode não passa de mais um sonoro palavrão multiplicado por milhares de incautos, ignaros e estúpidos, certamente repetiriam, trata-se de mais um a ver-nos como sub raça, desinformados e inconformados.
Pois é... E quando essa declaração parte de um sujeito pardo, de origem negra e indígena, e que cursou apenas o segundo grau?
Aí, certamente dirão, trata-se de um oportunista, um comunicador frustrado ou de alguém que não conseguiu galgar os seus objetivos.
Pois bem, esse rodeio, meio despretensioso, mas importante, é para falar do grau de imbecilidade a que chegou a música baiana, principalmente ao pagode aqui produzido e consumido.
Não falo do Axé, que apesar da mesmice, não usa palavrões nem ridiculariza a Bahia como Estado analfabeto.
Como estudei numa das escolas mais influentes da Bahia, (principalmente nos anos 50 e 60), o Colégio Central, e também participei da coletanea poética em homenagem ao sesquicentenário da instituição, e fiz teatro e poesia nas ruas de Salvador, se eu pronunciar algumas palavras (ões) e gestos obscenos da música baiana, vou assinar abaixo do que se diz da Bahia pelo Brasil afora,
de que é um povo mal educado, sem cultura e que só gosta de balançar o 'bundalelê'.
E, vendo de perto, algumas coberturas jornalísticas pela Bahia adentro, chego a interrogar-me quanto às minhas origens.
E chego a duvidar que tivemos em nosso berço um Raul Seixas, um Castro Alves, um Wally Salomão, um Jorge Amado - que mesmo produzindo alguns palavrões, nunca foi um turpilóquio -, e tantos outros que enalteceram e alguns que ainda enaltecem e fazem lembrar que tínhamos uma cultura.
Mas, quando vou ao Campo Grande, e ouço Caetano Veloso dizer que ' Xanddy é lindo ' e que ele é ' uma das novas expressões culturais' da Bahia, chego a duvidar que sou baiano de verdade, daquele que comeu tripa seca e farinha de rosca pra não morrer de fome.
E eu acho Caetano uma das maiores expressões da música mundial, apesar de ' requentar ' vez ou outra alguma música, que no passado foi considerada ' brega '...
' Aí ' me conformo e vou ouvir um pouco de Xangai, que, entre algumas de suas pérolas, fez o ' ABC do preguiçoso ', que endossa a tese dos sulistas, de que ' o baiano só é gente até o meio dia '. E então o que será o baiano durante a tarde?
É uma legião de trabalhadores, cujo estigma de preguiçoso foi amplamente difundido pelos meios turísticos, uma forma de falar da tranquilidade, da "maresia" e do sossego baiano.
O saudosismo aflora e me remete à década de 1980...
Lá, até 1985, os shows em Salvador, no Projeto Verão, no Centro de Convenções da Bahia, eram bastante disputados.
No palco, Gil, Caetano, Milton Nascimento, Beto Guedes, Barão Vermelho e tantos outros que arrastavam multidões.
Na Barra, shows com Morais Moreira, Luis Caldas e Armandinho com A Cor do Som, encantavam e lotavam a praia.
Retorno ao meu trabalho de coberturas de eventos com música baiana, e lá, estampada em minha frente, uma multidão de 20, 30 mil pessoas numa avenida. As meninas, os meninos, dançam como se tivessem sido libertados naquele instante.
Mais parece um balé de zumbis, daquele extraído dos filmes de terror das décadas de 70 e 80.
Ou então em um orgasmo coletivo, algo do tipo promovido César ou qualquer outro Calígula da nossa imaginação.
E em uníssono, eles repetem as frases, os refrões e fazem todo o gestual obsceno para completar o enredo empobrecedor.
E o vocalista da banda grita, berra e pede para que todos ecoem aos quatros cantos; "Aponte o corno aí, diga que é corno".
E todos riem, como num circo, mas deveriam chorar ao debruçar a cabeça no travesseiro.
A grande maioria desempregada, deseducada e pobre. Desiludida pela face cruel do ensino que lhes oferecem nas escolas públicas, entregam-se aos bailes horrendos como se fossem a última ópera da vida deles. E se entregam de corpo e alma à missão.
Os maiores patrocinadores da música baiana no interior são as prefeituras, que gastam somas vultosas em festas, micaretas, aniversários e inaugurações, contratando bandas que em nada enriquecem a cultura popular, em detrimento do folclore, das raízes de cada cidade e de sua história.
E lá se vão tubos e mais tubos de dinheiro público pelo ralo.
E voltam para casa sem saber um verso de Vinícius de Morais, sem ter-se envaidecido por ser brasileiro ao ouvir Pixinguinha, sem ter-se delirado com os versos não menos preguiçosos de Dorival Caymmi, sem ter-se deleitado à sonoridade de Bethania e Gal, ou ter-se maravilhado ao som poético de Gilberto Gil...
"Esses moços, pobres moços, ah, se soubessem o que eu sei....", disse Lupicínio Rodrigues, em uma de suas canções, imortalizada na voz de Gilberto Gil.
E vão me perguntar o que tenho feito para mudar o que já está construído. Nada.... Sinto-me impotente...
Apesar de radialista de profissão, jornalista por paixão, não consigo convencer a ninguém do contrário.
A música baiana vai continuar tocando assim durante muito tempo. Mas um dia acaba!
Lutar contra o mercado é muito difícil. É uma máquina de fazer dinheiro a qualquer custo!
E ninguém está preocupado com a educação, com a cultura, com o folclore.
A mídia baiana enaltece, enobrece, escancara esses palavrórios como deuses.
Até que duas meninas aparecem decapitadas numa esquina qualquer.
De quem é a culpa?
Vanderley Soares
Radialista/Jornalista - DRT 5892
Editor do Jornal Gazeta dos Municípios
Alagoinhas-Ba
sexta-feira, 2 de março de 2012
BRASIL
02 de março de 2012, 19:00
Serviços de televisão e telefonia fixa da Embratel viram Claro
Com o objetivo de elevar as vendas dos produtos, Claro e Embratel deram, na última quinta-feira, mais um passo em seu processo de fusão no Brasil. A partir desta sexta, os serviços de televisão e telefonia fixa da Embratel passam a se chamar Claro. A união inclui a política de vendas. Até o fim de março, as lojas Claro passam a vender os serviços de TV por assinatura e telefone fixo, abrindo maior concorrência com a Oi e Vivo que já vendem serviços combinados. Em outubro, a empresa lançou um combo envolvendo NET, Claro e Embratel, com atuação restrita a áreas onde a NET está presente. Com a Claro TV, a idéia é lançar um novo combo em todo o país, já que o serviço está disponível para todos os estados. (Portal Imprensa)
MUNDO
02 de março de 2012, 20:08
Obama diz não estar blefando em ameaça militar ao Irã
Barack Obama
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez a ameaça mais direta até agora de uma ação militar norte-americana contra o programa nuclear iraniano, mas alertou Israel a não realizar um ataque preventivo. “Como presidente dos Estados Unidos, eu não blefo”, disse Obama em entrevista publicada na sexta-feira pela revista Atlantic, três dias antes de receber o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca. Os EUA temem as repercussões de um ataque unilateral de Israel às instalações militares iranianas, e esse assunto deve dominar a reunião em Washington. Mas Netanyahu disse que buscará preservar a “liberdade de ação do Estado de Israel diante das ameaças de nos varrer do mapa”. O Irã nega ter a intenção de desenvolver armas nucleares, e promete reagir se sofrer um ataque. Os EUA continuam sendo os maiores aliados de Israel nessa e em outras questões, mas Obama e Netanyahu têm relações turbulentas, com uma clara desconfiança mútua. (Reuters)
domingo, 26 de fevereiro de 2012
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